terça-feira, 10 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
"Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo" - Albert Einstein
"A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise
traz progressos.. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite
escura.
É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e
respeita mais aos problemas do que as soluções.
A verdadeira crise é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontraras saídas e
soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem
crise não há mérito..
É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer
lutar para superá-la"
Albert Einstein
traz progressos.. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite
escura.
É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e
respeita mais aos problemas do que as soluções.
A verdadeira crise é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontraras saídas e
soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem
crise não há mérito..
É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer
lutar para superá-la"
Albert Einstein
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Bitaites do Alberto

O objectivo desta mensagem é reunir comentários proferidos por este grande maluco ou apenas situações caricatas nas quais esteja envolvido. Para tal vou precisar da vossa ajuda (adicionem a comentários)
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"Há aqui uns bastardos na comunicaçao social do continente...eu digo bastardos para não ter que lhes chamar filhos da puta ..." (Diário de Notícias, 5 junho 2005)
_________
Jornalista - "O que pensa sobre o aborto?"
Alberto - "Considero-o um péssimo 1º ministro e está a governar muito mal o País"
Porque é que os Arabes só estão bem a arrebentar???
Em nome da religião muitas declarações de guerra foram proferidas e deve ser com certeza dos principais fenómenos directamente ligados ao nascimento dos mais importantes e grandiosos conflitos e confrontos de toda a história da humanidade.
Não consigo entender como é possível, hoje em dia, ainda existirem fanáticos que estão dispostos a dar a sua vida em nome de uma divindade abstracta ou de qualquer outro tipo de crenças e rituais transcendentais.
A religião, ainda hoje, tem um papel importante e positivo na medida em que, normalmente, possui um sistema de crenças baseado em princípios morais louváveis. Mas a partir do momento em que o homem alcança um nível intelectual e tecnológico que lhe permite compreender a maioria dos fenómenos naturais, outrora explicados pelo mundo sobrenatural, a religião ou o fanatismo religioso deixa de fazer sentido, deixando apenas espaço para a religião sobe a forma de princípios morais, fenómeno social e associada à tradição.
Seguindo esta linha de raciocínio a razão do nascimento das religiões é essencialmente a ignorância perante fenómenos inexplicáveis.
Por estas razões não consigo entender como é que os povos islâmicos ainda falam em guerra santa, na morte aos infiéis e fazem um atentado por motivos insignificantes como a publicação de um carton cómico sobre Maomé... Felizmente a igreja católica, apesar de retrograda, é hoje em dia muito menos fundamentalista.
''Eu nunca li o Alcorão mas deve estar lá escrito que se um jovem muçulmano que aos 18 anos ainda não tenha rebentado com nada, deve estar a faltar ao respeito ao Maomé ou ao Buda'' (Gato Fedorento - O Gaijo de Alfama)
Não consigo entender como é possível, hoje em dia, ainda existirem fanáticos que estão dispostos a dar a sua vida em nome de uma divindade abstracta ou de qualquer outro tipo de crenças e rituais transcendentais.
A religião, ainda hoje, tem um papel importante e positivo na medida em que, normalmente, possui um sistema de crenças baseado em princípios morais louváveis. Mas a partir do momento em que o homem alcança um nível intelectual e tecnológico que lhe permite compreender a maioria dos fenómenos naturais, outrora explicados pelo mundo sobrenatural, a religião ou o fanatismo religioso deixa de fazer sentido, deixando apenas espaço para a religião sobe a forma de princípios morais, fenómeno social e associada à tradição.
Seguindo esta linha de raciocínio a razão do nascimento das religiões é essencialmente a ignorância perante fenómenos inexplicáveis.
Por estas razões não consigo entender como é que os povos islâmicos ainda falam em guerra santa, na morte aos infiéis e fazem um atentado por motivos insignificantes como a publicação de um carton cómico sobre Maomé... Felizmente a igreja católica, apesar de retrograda, é hoje em dia muito menos fundamentalista.
''Eu nunca li o Alcorão mas deve estar lá escrito que se um jovem muçulmano que aos 18 anos ainda não tenha rebentado com nada, deve estar a faltar ao respeito ao Maomé ou ao Buda'' (Gato Fedorento - O Gaijo de Alfama)
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Pensamentos do dia... e da noite!!! (para descontrair, não pode ser só "bota'baixo")
O sexo é como uma estação de serviço:
às vezes recebe-se um serviço completo;
outras vezes tem que se pedir para se ser atendido
e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!
Uma mulher é como um soalho flutuante:
Se for bem montada pode ser pisada durante mais de 30 anos.
As calorias são pequenos animais que moram nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas.
Os problemas do nosso país são essencialmente agrícolas:
excesso de nabos, falta de tomates e muito grelo abandonado.
O trabalho fascina-me tanto que, às vezes, fico parada a olhar para ele.
O Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o MARIDO!
A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem, está sempre ao lado da mulher que vier e der.
Se fores chata as tuas amigas, perdoam;
Se fores agressiva as tuas amigas, perdoam;
Se fores egoísta as tuas amigas, perdoam;
Agora experimenta ser magra e linda!
Tás f……..a!
O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama!
A falta de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro!...
Angola é um país geométrico: é rectangular e tem problemas
bicudos discutidos em mesas redondas, por bestas quadradas!
A diferença entre Angola e a República Checa é que esta tem o Governo em Praga e Angola tem a praga no Governo.
Não procures o príncipe encantado. Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor, vê-te melhor e ainda te come.
Toda a gente se queixa de assédio sexual no local de trabalho.
Ou isto começa a ser verdade ou então despeço-me!!!
A mulher do amigo é como a bota da tropa; também marcha!
O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a trabalhar logo que acordamos e só pára quando chegamos ao serviço.
O teu computador é como uma carroça: tem sempre um burro(a) à frente!!!
As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis.
Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia.
Qual a diferença entre uma dissolução e uma solução?
Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva.
Uma solução seria metê-los a todos.
Chocolate não engorda, quem engorda é você...
às vezes recebe-se um serviço completo;
outras vezes tem que se pedir para se ser atendido
e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service!
Uma mulher é como um soalho flutuante:
Se for bem montada pode ser pisada durante mais de 30 anos.
As calorias são pequenos animais que moram nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas.
Os problemas do nosso país são essencialmente agrícolas:
excesso de nabos, falta de tomates e muito grelo abandonado.
O trabalho fascina-me tanto que, às vezes, fico parada a olhar para ele.
O Casamento é um relacionamento a dois, no qual uma das pessoas está sempre certa e a outra é o MARIDO!
A mulher está sempre ao lado do homem, para o que der e vier; já o homem, está sempre ao lado da mulher que vier e der.
Se fores chata as tuas amigas, perdoam;
Se fores agressiva as tuas amigas, perdoam;
Se fores egoísta as tuas amigas, perdoam;
Agora experimenta ser magra e linda!
Tás f……..a!
O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama!
A falta de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro!...
Angola é um país geométrico: é rectangular e tem problemas
bicudos discutidos em mesas redondas, por bestas quadradas!
A diferença entre Angola e a República Checa é que esta tem o Governo em Praga e Angola tem a praga no Governo.
Não procures o príncipe encantado. Procura, antes, o lobo mau: ouve-te melhor, vê-te melhor e ainda te come.
Toda a gente se queixa de assédio sexual no local de trabalho.
Ou isto começa a ser verdade ou então despeço-me!!!
A mulher do amigo é como a bota da tropa; também marcha!
O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a trabalhar logo que acordamos e só pára quando chegamos ao serviço.
O teu computador é como uma carroça: tem sempre um burro(a) à frente!!!
As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis.
Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia.
Qual a diferença entre uma dissolução e uma solução?
Uma dissolução seria meter um político num tanque de ácido para que se dissolva.
Uma solução seria metê-los a todos.
Chocolate não engorda, quem engorda é você...
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Façamos de conta.....
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Precisa-se de matéria prima para construir um País....
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, lips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ....e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
- Onde a falta de pontualidade é um hábito;
- Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
- Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
- Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
- Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
- Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
- Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
- Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
- Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada Poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E vocês, o que pensam?.... *MEDITEM*!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O Petróleo
O petróleo ou o chamado diamante negro, outrora abundante, encontra-se cada vez mais escasso e é estimado que dentro de num prazo não superior a 10-20 anos venha a terminar por completo. Esta situação pode levar a consequências terríveis se, quando terminar, não existir outro combustível já amplamente implementado que possa assegurar as crescentes necessidades energéticas. O que se passa é que o petróleo fora da OPEP já se encontra quase extinto e em relação ao petróleo OPEP disponível ninguém sabe ao certo a quantidade já que essa informação é considerada ''segredo de estado'', em particular do proveniente do Médio Oriente sendo que este representa o principal abastecedor mundial de petróleo.
Imaginem que de um momento para o outro o petróleo acabava!!!
Isto é mais grave do que aparenta, significa que deixamos de ter electricidade nas nossas casas, alimentos disponíveis no supermercado, significa que o mundo pára de repente com todas as implicações que isso acarreta...
Acho extremamente interessante a coincidência temporal do fim desse fantástico recurso que tanto contribuiu para o desenvolvimento do mundo inteiro (ou de certas partes do mesmo) e da crescente necessidade de pôr um ponto final no consumo de combustíveis fósseis dado que estamos muito perto do ponto de não retorno, a partir do qual será impossível (se já não o é) evitar a desertificação de grandes partes do planeta, tempestades nunca antes vistas e outros graves fenómenos ambientais que poderão mudar irremediavelmente o nosso planeta.
É fantástico, parece que a própria terra se auto-regula disponibilizando uma determinada quantidade de petróleo que no limite não irá (esperamos), através do seu uso, danificar irremediavelmente o estado do planeta. Claro que temos outros importantes combustíveis fósseis, como o carvão e o gás natural, que ainda existem em abundância, mas dada a sua natureza não conseguem de maneira alguma substituir o petróleo com fonte de energia principal e ainda bem. Se ainda houvesse bastante petróleo disponível, apesar das grandes ameaças que a sua utilização representa para o ambiente, não deixaria de ser usado devido aos inúmeros interesses instalados com a agravante da recente ''sede'' de petróleo de países como a China e a Índia, que outrora não utilizavam este recurso, mas que agora, como o rápido desenvolvimento e com taxas de crescimento na ordem dos 20%, começam a massificar o uso do automóvel fazendo disparar o consumo do mesmo.
Como se sabe os combustíveis fósseis fazem aumentar a temperatura do planeta, o que por sua vez faz derreter o gelo dos pólos e aumentar o nível dos oceanos inundando grande parte do planeta e tornando outras zonas inabitáveis devido a desertificação. E estas são apenas as consequências mais directamente perceptíveis. Esperemos que a mudança energética ocorra rapidamente, que o homem se torne uno com a natureza e a respeite, que se desenvolvam energias amigas do ambiente, que seja massificada a reciclagem e que seja possível um necessário desenvolvimento sustentável.
Imaginem que de um momento para o outro o petróleo acabava!!!
Isto é mais grave do que aparenta, significa que deixamos de ter electricidade nas nossas casas, alimentos disponíveis no supermercado, significa que o mundo pára de repente com todas as implicações que isso acarreta...
Acho extremamente interessante a coincidência temporal do fim desse fantástico recurso que tanto contribuiu para o desenvolvimento do mundo inteiro (ou de certas partes do mesmo) e da crescente necessidade de pôr um ponto final no consumo de combustíveis fósseis dado que estamos muito perto do ponto de não retorno, a partir do qual será impossível (se já não o é) evitar a desertificação de grandes partes do planeta, tempestades nunca antes vistas e outros graves fenómenos ambientais que poderão mudar irremediavelmente o nosso planeta.
É fantástico, parece que a própria terra se auto-regula disponibilizando uma determinada quantidade de petróleo que no limite não irá (esperamos), através do seu uso, danificar irremediavelmente o estado do planeta. Claro que temos outros importantes combustíveis fósseis, como o carvão e o gás natural, que ainda existem em abundância, mas dada a sua natureza não conseguem de maneira alguma substituir o petróleo com fonte de energia principal e ainda bem. Se ainda houvesse bastante petróleo disponível, apesar das grandes ameaças que a sua utilização representa para o ambiente, não deixaria de ser usado devido aos inúmeros interesses instalados com a agravante da recente ''sede'' de petróleo de países como a China e a Índia, que outrora não utilizavam este recurso, mas que agora, como o rápido desenvolvimento e com taxas de crescimento na ordem dos 20%, começam a massificar o uso do automóvel fazendo disparar o consumo do mesmo.
Como se sabe os combustíveis fósseis fazem aumentar a temperatura do planeta, o que por sua vez faz derreter o gelo dos pólos e aumentar o nível dos oceanos inundando grande parte do planeta e tornando outras zonas inabitáveis devido a desertificação. E estas são apenas as consequências mais directamente perceptíveis. Esperemos que a mudança energética ocorra rapidamente, que o homem se torne uno com a natureza e a respeite, que se desenvolvam energias amigas do ambiente, que seja massificada a reciclagem e que seja possível um necessário desenvolvimento sustentável.
domingo, 19 de outubro de 2008
Crise financeira - os bebados nao pagam
Tudo começou no subprime. Brasileiro descobre forma de explicar a crise: "O Boteco do Seu Biu"
2008-10-12
JOSÉ MIGUEL GASPAR
Do subprime ao caos do capitalismo global, como é que a economia de mercado está a afectar a economia das pessoas do mundo real? Há algo que se consiga ver para lá da cortina colectiva do pânico?
Descer, cortar, baixar, reduzir, drasticamente depreciar, diminuir. olhar hoje para a primeira página de um jornal - todos os jornais da semana são súbitos jornais económicos, esquemas, diagramas, símbolos e montes alpinos a cair a pique - é sofrer um ataque de verbos alarmantes. No resto do ambiente há furacões, derisões, nacionalizações, quedas, crashes e perdas de mil milhões, todos os dias, todos por todos os lados assaltados.
Reduzidos a zeros e uns, aqui, abaixados e decrescidos, o que conseguimos ver realmente para lá da branca e transida cortina do pânico colectivo da crise? Realmente nada. A Bolsa teve esta semana a sua pior semana de sempre: a queda reduziu a menos de metade o valor de 11 cotadas do PSI-20, índice bolsista português; sete das principais empresas do índice recuaram mais de 60% este ano - Belmiro, só Belmiro, já terá perdido 2,3 mil milhões. Isto é economia real?
Economia real é isto: em Dezembro de 2005, uma prestação de crédito de 150 mil euros a 30 anos era de, mais cêntimo, menos cêntimo, 516 euros. A Euribor a seis meses estava a 2,639%. Hoje, com a taxa a 5,448%, o valor dessa mesma prestação é de 1065 euros, mais cêntimo, menos cêntimo. Confuso sobre aquilo que pode realmente fazer?
Olhemos para o lado, mais economia real: o incumprimento total dos particulares portugueses em Julho de 2008 era de 2.734 mil milhões de euros; a factura cresceu num mês 84 milhões. O que quer isto dizer? Que em cada dia de Julho os portugueses não pagaram ao banco 2,7 milhões de euros a que se tinham comprometido. Nas empresas, o aumento do incumprimento é de 1,9 milhões/dia.
O que aconteceu? Numa palavra: subprime. O crédito hipotecário concedido em condições de risco muito elevado, maximizado, multiplicado por mil e uma bolhas de especulação. Começou nos Estados Unidos em 2003, levou a uma espectacular subida do preço das casas e foi até 2006, viajando numa tão intensa velocidade de novas e tão complexas aplicações financeiras que só mesmo os grandes especialistas as entendiam - com os reguladores atrás, muito atrás dessa inovação banqueira. Com essa expansão global, e o seu excesso, percebeu-se que tudo estava assente numa coisa que não existia: o dinheiro não existia; o hipotecado não tinha dinheiro para pagar a hipoteca. O resto é como o dominó: cai uma, vai outra, cai em tombo total o valor das casas.
Mas como é que tudo isto é global ? Como é possível que o gesto de permitir o acesso a habitação a quem, noutras condições, nunca poderia ter casa própria se pode transformar neste monstro total?
Atendendo a que todos estamos no mesmo patamar - os confusos, os integralmente globalizados -, as explicações vão, vêm e sucedem-se, em permanente actualização, sem que se consiga perceber o que está no fim, no meio e no início.
Do olho do remoinho, a olhar para o chão, foi um brasileiro, autor anónimo, a encontrar a melhor das explicações, um exemplo prosaico de linguagem rasa, recta e real. A história chama-se "O Boteco do Seu Biu", já é adorada pelos especialistas, e está a cruzar os tops de trocas da Internet.
"O Seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça fiada aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender fiado, pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o valor extra que os clientes pagam pelo crédito).
O gerente do banco do Seu Biu, um ousado administrador, decide que as cadernetas de calotes do bar constituem, afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o fiado dos bêbados sempre como garantia.
Uns seis executivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e transformam-nos em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrónimo financeiro que ninguém sabe exactamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas de calotes dos clientes do Seu Biu). Esses derivativos são negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre o inevitável: que a garrafa tem fundo e que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas.
A descoberta do vazio arrasta consigo os mercados de 73 países, a bolsa de mercados e futuros, todos os bancos, o ousado administrador e o pobre do Seu Biu, o primeiro a ir à falência".
Conclusão brasileira de humor crocante: "O que aconteceu? Toda a cadeia sifudeu".
2008-10-12
JOSÉ MIGUEL GASPAR
Do subprime ao caos do capitalismo global, como é que a economia de mercado está a afectar a economia das pessoas do mundo real? Há algo que se consiga ver para lá da cortina colectiva do pânico?
Descer, cortar, baixar, reduzir, drasticamente depreciar, diminuir. olhar hoje para a primeira página de um jornal - todos os jornais da semana são súbitos jornais económicos, esquemas, diagramas, símbolos e montes alpinos a cair a pique - é sofrer um ataque de verbos alarmantes. No resto do ambiente há furacões, derisões, nacionalizações, quedas, crashes e perdas de mil milhões, todos os dias, todos por todos os lados assaltados.
Reduzidos a zeros e uns, aqui, abaixados e decrescidos, o que conseguimos ver realmente para lá da branca e transida cortina do pânico colectivo da crise? Realmente nada. A Bolsa teve esta semana a sua pior semana de sempre: a queda reduziu a menos de metade o valor de 11 cotadas do PSI-20, índice bolsista português; sete das principais empresas do índice recuaram mais de 60% este ano - Belmiro, só Belmiro, já terá perdido 2,3 mil milhões. Isto é economia real?
Economia real é isto: em Dezembro de 2005, uma prestação de crédito de 150 mil euros a 30 anos era de, mais cêntimo, menos cêntimo, 516 euros. A Euribor a seis meses estava a 2,639%. Hoje, com a taxa a 5,448%, o valor dessa mesma prestação é de 1065 euros, mais cêntimo, menos cêntimo. Confuso sobre aquilo que pode realmente fazer?
Olhemos para o lado, mais economia real: o incumprimento total dos particulares portugueses em Julho de 2008 era de 2.734 mil milhões de euros; a factura cresceu num mês 84 milhões. O que quer isto dizer? Que em cada dia de Julho os portugueses não pagaram ao banco 2,7 milhões de euros a que se tinham comprometido. Nas empresas, o aumento do incumprimento é de 1,9 milhões/dia.
O que aconteceu? Numa palavra: subprime. O crédito hipotecário concedido em condições de risco muito elevado, maximizado, multiplicado por mil e uma bolhas de especulação. Começou nos Estados Unidos em 2003, levou a uma espectacular subida do preço das casas e foi até 2006, viajando numa tão intensa velocidade de novas e tão complexas aplicações financeiras que só mesmo os grandes especialistas as entendiam - com os reguladores atrás, muito atrás dessa inovação banqueira. Com essa expansão global, e o seu excesso, percebeu-se que tudo estava assente numa coisa que não existia: o dinheiro não existia; o hipotecado não tinha dinheiro para pagar a hipoteca. O resto é como o dominó: cai uma, vai outra, cai em tombo total o valor das casas.
Mas como é que tudo isto é global ? Como é possível que o gesto de permitir o acesso a habitação a quem, noutras condições, nunca poderia ter casa própria se pode transformar neste monstro total?
Atendendo a que todos estamos no mesmo patamar - os confusos, os integralmente globalizados -, as explicações vão, vêm e sucedem-se, em permanente actualização, sem que se consiga perceber o que está no fim, no meio e no início.
Do olho do remoinho, a olhar para o chão, foi um brasileiro, autor anónimo, a encontrar a melhor das explicações, um exemplo prosaico de linguagem rasa, recta e real. A história chama-se "O Boteco do Seu Biu", já é adorada pelos especialistas, e está a cruzar os tops de trocas da Internet.
"O Seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça fiada aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender fiado, pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o valor extra que os clientes pagam pelo crédito).
O gerente do banco do Seu Biu, um ousado administrador, decide que as cadernetas de calotes do bar constituem, afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o fiado dos bêbados sempre como garantia.
Uns seis executivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e transformam-nos em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrónimo financeiro que ninguém sabe exactamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas de calotes dos clientes do Seu Biu). Esses derivativos são negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre o inevitável: que a garrafa tem fundo e que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas.
A descoberta do vazio arrasta consigo os mercados de 73 países, a bolsa de mercados e futuros, todos os bancos, o ousado administrador e o pobre do Seu Biu, o primeiro a ir à falência".
Conclusão brasileira de humor crocante: "O que aconteceu? Toda a cadeia sifudeu".
domingo, 28 de setembro de 2008
Maçonaria - Liberdade Igualdade e Fraternidade
A maçonaria como hoje conhecemos, segundo o Dicionário da Maçonaria de Joaquim Gervásio de Figueiredo, "foi fundada em 24 de junho de 1717, em Londres". A origem da maçonaria está ligada às lendas de Ísis e Osíris, Egito; ao culto a Mitra, passando pela Ordem dos Templários e a Fraternidade Rosa Cruz.
É uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas) Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si".
Está presente em todo mundo e tem como membros pessoas de grande influência na sociedade, abrangendo a política, economia, religião, poder legislativo e outros. Apenas aceita para seus membros individuos de classes sociais altas e elites (ao contrário da Cabonária por necessidade) advogando que é necessário ter um certo nível cultural.
Sempre gostei de ler sobre sociedades secretas cheias de simbologia presentes em monumentos e documentos. A Maçonaria e o seu ''braço armado'', a Carbonáriao, teveram grande influência na revoluçao Revolução de 5 de Outubro de 1910 que naquela data pôs termo à monarquia Portuguesa.
Ontem li um artigo no JN cujo título era ''Maçon não mete cunha'', no qual o Ex-grão mestre da maçonaria dizia que esta organização já esteve "inundada de oportunistas". Mas garante que se trata de "uma associação de homens honrados", a que a democracia tem retirado poder. Dizia também que a maçonaria perdeu influência política, os magistrados-maçons não fazem fretes a "irmãos", nem as relações maçónicas propiciam cunhas, tráfico de influências ou negociatas. São ideias defendidas, em Coimbra, pelo maçon António Arnaut (ex-grão mestre do GOL - Grande Oriente Lusitano ).
De facto nao consigo deixar de ter um certo sentimento de pena por todos esses maçons, coitados já nao têm grande influência, já nao conseguem lograr a lei em seu proveito, nem meter cunhas aos amigos.
Por isso faço aqui um apelo: Se encontrares um Maçon na rua, ou na assembleia da república, aproxima-te com um sorriso na cara e diz-lhe algo simpatico e motivador, podes ate dar-lhe um carinhoso e calorento abraço ou até fazer um comentário positivo relativamente a sua maneira de vestir ou elogiar a sua aparência (confesso que será dificil no caso de encontrar o Mario Soares).
É uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade. Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas) Lojas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si".
Está presente em todo mundo e tem como membros pessoas de grande influência na sociedade, abrangendo a política, economia, religião, poder legislativo e outros. Apenas aceita para seus membros individuos de classes sociais altas e elites (ao contrário da Cabonária por necessidade) advogando que é necessário ter um certo nível cultural.
Sempre gostei de ler sobre sociedades secretas cheias de simbologia presentes em monumentos e documentos. A Maçonaria e o seu ''braço armado'', a Carbonáriao, teveram grande influência na revoluçao Revolução de 5 de Outubro de 1910 que naquela data pôs termo à monarquia Portuguesa.
Ontem li um artigo no JN cujo título era ''Maçon não mete cunha'', no qual o Ex-grão mestre da maçonaria dizia que esta organização já esteve "inundada de oportunistas". Mas garante que se trata de "uma associação de homens honrados", a que a democracia tem retirado poder. Dizia também que a maçonaria perdeu influência política, os magistrados-maçons não fazem fretes a "irmãos", nem as relações maçónicas propiciam cunhas, tráfico de influências ou negociatas. São ideias defendidas, em Coimbra, pelo maçon António Arnaut (ex-grão mestre do GOL - Grande Oriente Lusitano ).
De facto nao consigo deixar de ter um certo sentimento de pena por todos esses maçons, coitados já nao têm grande influência, já nao conseguem lograr a lei em seu proveito, nem meter cunhas aos amigos.
Por isso faço aqui um apelo: Se encontrares um Maçon na rua, ou na assembleia da república, aproxima-te com um sorriso na cara e diz-lhe algo simpatico e motivador, podes ate dar-lhe um carinhoso e calorento abraço ou até fazer um comentário positivo relativamente a sua maneira de vestir ou elogiar a sua aparência (confesso que será dificil no caso de encontrar o Mario Soares).
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