sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Porque é que os Arabes só estão bem a arrebentar???

Em nome da religião muitas declarações de guerra foram proferidas e deve ser com certeza dos principais fenómenos directamente ligados ao nascimento dos mais importantes e grandiosos conflitos e confrontos de toda a história da humanidade.

Não consigo entender como é possível, hoje em dia, ainda existirem fanáticos que estão dispostos a dar a sua vida em nome de uma divindade abstracta ou de qualquer outro tipo de crenças e rituais transcendentais.

A religião, ainda hoje, tem um papel importante e positivo na medida em que, normalmente, possui um sistema de crenças baseado em princípios morais louváveis. Mas a partir do momento em que o homem alcança um nível intelectual e tecnológico que lhe permite compreender a maioria dos fenómenos naturais, outrora explicados pelo mundo sobrenatural, a religião ou o fanatismo religioso deixa de fazer sentido, deixando apenas espaço para a religião sobe a forma de princípios morais, fenómeno social e associada à tradição.

Seguindo esta linha de raciocínio a razão do nascimento das religiões é essencialmente a ignorância perante fenómenos inexplicáveis.

Por estas razões não consigo entender como é que os povos islâmicos ainda falam em guerra santa, na morte aos infiéis e fazem um atentado por motivos insignificantes como a publicação de um carton cómico sobre Maomé... Felizmente a igreja católica, apesar de retrograda, é hoje em dia muito menos fundamentalista.

''Eu nunca li o Alcorão mas deve estar lá escrito que se um jovem muçulmano que aos 18 anos ainda não tenha rebentado com nada, deve estar a faltar ao respeito ao Maomé ou ao Buda'' (Gato Fedorento - O Gaijo de Alfama)

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