Fui ao Super Bock para ouvir Jay Kay (aka Jamiroquai), esse grande artista de origem britânica, e Morcheba principalmente. E isto porque arranjei bilhete através de um amigo, nenhuma destas bandas me fazia desembolsar 35 € de livre e espontânea vontade...
Chegando ao super bock tudo muito bonito, a parede de escalada e rapel, o merchandising e até uma fantástica roda gigante que mais parecia o London Eye.
Por razoes desconhecidas e ao contrario de todas as expectativas decidiram por o Jorge Palma a fechar este dia do festival, depois de Jamiroquai. Como consequência já não cheguei a tempo de ver Morcheba, fica pá próxima...
De facto podiam ter posto uma banda melhor para fazer o warm-up antes do mundialmente conhecido (metro de Paris) e aplaudido Jorge Palma, por exemplo os Stones ou U2, penso que seria mais adequado.
Hoje o Jorge superou todas as expectativas conseguindo manter-se de pé durante todo o concerto e tendo-se lembrado da maior parte da letra das suas musicas, sempre apoiado por uma super bock, está claro.
Penso que alguém deveria apresentar a Amy ''casa de vinhos'' ao Jorge, talvez a Teresa Guilherme não sei. Iam dar-se muito bem tenho a certeza, têm tantas coisas em comum. Ambos fazem questão de dar concertos num estado em que, para a maioria dos mortais, seria difícil manter o mais simples dos diálogos.
Por isso palmas pro Palma e lamento apenas não ter sido cantada a musica do fora da lei, sobre a vida dessa vitima da sociedade chamado Jeremias.
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