sexta-feira, 5 de março de 2010

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Help the World - COP15 - COPENHAGEN UNITED NATIONS CLIMATE CHANGE CONFERENCE 2009

Neste post gostaríamos de salientar a importância da Cimeira de Copenhaga em que os ministros do Ambiente estão reunidos para a conferência do clima das Nações Unidas. O objectivo é “encontrar” um substituto para o Protocolo de Quioto, que termina em 2012, com a partilha de encargos e responsabilidades entre os estados mais industrializados.



Esta é mais uma oportunidade que todos temos de evitar efeitos irreversíveis sobre o clima da Terra. Milhares de delegados de 192 países começaram os trabalhos a assistir à projecção de um filme: http://www.youtube.com/watch?v=NVGGgncVq-4&feature=player_embedded (acerca das consequências catastróficas do aquecimento no Planeta e os efeitos terríveis desta doença de que a Terra padece, chamada aquecimento global.

Segundo Yvo de Boer, secretário executivo da United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC), as questões mais importantes para alcançar um acordo são:

Qual o montante de emissões que os países industrializados estão dispostos a cortar?
O que estão dispostos a fazer os principais países em desenvolvimento, como a China e a Índia, para limitar o aumento das suas emissões?
Que ajuda precisam os países em desenvolvimento para reduzir as emissões e adaptarem-se aos impactos das alterações climáticas?
Como é que o dinheiro vai ser gerido?
Como alertava sugestivamente uma ex-ministra do ambiente do Brasil é preciso lembrar que a natureza tem uma estrutura feminina: não se sabe defender mas sabe vingar-se como ninguém…

Neste sentido, toda a problemática ambiental ocupa as preocupações de governantes, empresários, técnicos e também deverá ser uma preocupação crescente de todos nós. Na verdade, devemos todos ser cidadãos de uma nova sociedade, cada vez mais preocupada com o frágil equilíbrio ecológico do nosso planeta.

Face ao exposto, muita coisa está por fazer e aprender, quer a nível de cumprimento de normas ambientais, bem como de procedimentos sancionatórios e responsabilidade civil, penal e/ou administrativa e esta consciencialização é crucial. Decerto que todos concordarão que um ambiente ecologicamente equilibrado é um direito fundamental da pessoa humana e uma referência numa sociedade justa e economicamente saudável.


http://en.cop15.dk/

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Portugal, o País do Subsídio

Os Portugueses estão habituados a ver o estado como seu Pai, aproveitando-se muitas das vezes ilegitimamente dos apoios prestados (rendimento mínimo garantido, subsídios para tudo e mais alguma coisa e com alguma sorte uma casa e uma máquina de lavar - caso particular de Gondomar).

Será que os portugueses são aproveitadores por natureza ou por outro lado, será que o facilitismo e a falta de fiscalização são os culpados desta situação? Parece-me que este dilema é bem mais simples do que o famoso dilema da galinha e do ovo. O culpado, a meu ver, é nitidamente o governo e a forma como implementou essas medidas. Pois, na verdade, se alguém tiver a oportunidade de não trabalhar e obter rendimentos vai aproveitar com certeza.

Para não correr o risco de ser mal interpretado vou salientar que, obviamente, não há ninguém minimamente sensato que esteja contra ajudar quem precisa. O problema está quando essas ajudas são dirigidas a pessoas que não precisam e/ou se aproveitam das mesmas.

Quem é que nunca ouviu falar do gajo que recebe rendimento mínimo garantido, recebe por fora duns biscates e não paga renda, agua ou luz? Acham que são poucos? Quem paga isso és TU!

Concordo plenamente com os subsídios e com as mais variadas ajudas mas com uma forte fiscalização. Concordo que quem realmente precisa deve ate receber mais, mas discordo frontalmente da forma como esses apoios são distribuídos hoje em dias pois não quero estar a trabalhar para os outros, tu queres?

sexta-feira, 3 de abril de 2009

A Vida em Pleno


Diariamente criticamos o destino: "Porque foi este homem arrebatado a meio da carreira? E aquele, porque não morre, em vez de prolongar uma velhice tão penosa para ele como para os outros?" Diz-me cá, por favor: o que achas tu mais justo, seres tu a obedecer à natureza ou a natureza a ti? Que diferença faz sair mais ou menos depressa de um sítio de onde temos mesmo de sair? Não nos devemos preocupar em viver muito, mas sim em viver plenamente; viver muito depende do destino, viver plenamente, da nossa própria alma. Uma vida plena é longa quanto basta; e será plena se a alma se apropria do bem que lhe é próprio e se apenas a si reconhece poder sobre si mesma. Que interessa os oitenta anos daquele homem passados na inacção? Ele não viveu, demorou-se nesta vida; não morreu tarde, levou foi muito tempo a morrer! "Viveu oitenta anos!". O que importa é ver a partir de que data ele começou a morrer. "Mas aquele outro morreu na força da vida". É certo, mas cumpriu os deveres de um bom cidadão, de um bom amigo, de um bom filho, sem descurar o mínimo pormenor; embora o seu tempo de vida ficasse incompleto, a sua vida atingiu a plenitude.
"Viveu oitenta anos". Não, existiu durante oitenta anos, a menos que digas que ele viveu no mesmo sentido em que falas na vida das árvores. Peço-te insistentemente, Lucílio: façamos com que a nossa vida, à semelhança dos materiais preciosos, valha pouco pelo espaço que ocupa, e muito pelo peso que tem. Avaliemo-la pelos nossos actos, não pelo tempo que dura. Queres saber qual a diferença entre um homem enérgico, que despreza a fortuna, cumpre todos os deveres inerentes à vida humana e assim se alça ao seu supremo bem, e um outro por quem simplesmente passam numerosos anos? O primeiro continua a existir depois da morte, o outro já estava morto antes de morrer! Louvemos, portanto, e incluamos entre os afortunados o homem que soube usar com proveito o tempo, mesmo exíguo, que viveu. Contemplou a verdadeira luz; não foi um como tantos outros; não só viveu, como o fez com vigor.

Séneca, in 'Cartas a Lucílio

sexta-feira, 20 de março de 2009

O que mudou na Casa Branca...



A vida é simples, nós é que a complicamos....

Sherlock Holmes e Watson vão acampar.

Montam a tenda e, depois de uma boa refeição e uma garrafa de vinho, deitam-se para dormir.
Algumas horas depois, Holmes acorda e diz para o seu fiel amigo:

-- Meu caro Watson, olhe para cima e diga-me o que vê.

Watson responde:
-- Vejo milhares e milhares de estrelas.

Holmes, então, pergunta:
-- E o que isso significa?

Watson pondera por um minuto, depois enumera:
1. Astronomicamente, significa que há milhares e milhares de galáxias, e, potencialmente, biliões de planetas.
2. Astrologicamente, observo que Saturno está em Leão e teremos um dia de sorte.
3. Temporalmente, deduzo que são aproximadamente 03 horas e 15minutos pela altura em que se encontra a Estrela Polar.
4. Teologicamente, posso ver que Deus é todo-poderoso e somos pequenos e insignificantes.
5. Meteorologicamente, suspeito que teremos um lindo dia.
Correcto?

Holmes fica um minuto em silêncio e diz:
-- Fodssss... Watson, não vês que nos gamaram a puta da tenda?!!...




Moral da história: A vida é simples, nós é que a complicamos.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Flexibilização do mercado de trabalho

Cada vez que o governo quer alterar as leis laborais há greve geral em Portugal. E é compreensível que assim seja pois todos queremos segurança no trabalho e direito as benesses providenciadas pelas politicas sociais as quais já estamos habituados.

O mercado de trabalho tem de se tornar mais competitivo a nível Europeu e mundial neste mundo globalizado em que vivemos, e não vamos conseguir isso se continuarmos a ter esta política de ''empregos para a vida'', cujo principal resultado é a precariedade no trabalho pois as empresas optam por contratos a prazo e pelos falsos recibos verdes, situação em que se encontram 30% dos trabalhadores em Portugal. Temos de promover a empregabilidade (mais formação e especialização) e a mobilidade, dando primazia da segurança no emprego sobre a segurança num emprego específico.

A economia não é estática mas sim dinâmica e funciona por ciclos. Ciclos de maior crescimento, em que a procura, consumo e os salários aumentam, e de menor crescimento, onde essas variáveis diminuem. Nas empresas esses ciclos reflectem-se em mais e menos vendas e produção. O que significa que em período de crescimento vão precisar de mais trabalhadores e em períodos de recessão de menos.
Não podendo despedir baseado no facto de simplesmente não ter trabalho para todos, pois tem elevados custos que também inviabilizam a decisão, as empresas vão ter custos acrescidos o que no limite pode levar a inviabilidade da empresa e consequente falência, levando todos os trabalhadores para o desemprego em vez de só irem alguns.
Se o mercado de trabalho fosse mais flexível a empresa poderia dispensar os trabalhadores a mais, ficando com os mais produtivos, claro. E o mais importante é que flexibilidade no despedimento leva a flexibilidade de empregamento.
Não convém esquecer que os ciclos que falei a pouco podem ser de curta ou longa duração, podendo durar vários anos. Esses ciclos também afectam determinadas áreas ou sectores económicos de forma diferente muitas vezes de forma oposta.

Acho que é essencial uma reforma profunda das nossas leis laborais (com os devidos apoios sociais), de maneira a se tornarem actuais e adaptadas a realidade que hoje vivemos.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Caso prático de Gestão: Como gerir um ordenado de 1000€

Encriptação / Segurança


Por motivos de segurança, foi recomendado em Alvalade, pelo Responsável do Departamento de Informática, que todas as referências ao clube fossem alteradas para alfa-numéricas. Sendo assim, apresentamos de antemão os novos cachecóis do Sporting CP. (disponíveis nos postos de venda habituais, para envio via CTT para Munique tem o acréscimo de 7€)